ALUMINIO APOS DESFERROXAMINA [ALUM-D]

ALFA-1-ANTITRIPSINA FECAL [A1ANTF]
Abril 14, 2018
ALUMINIO URINARIO [ALUMIN]
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Exame [mnemônico]

ALUMINIO APOS DESFERROXAMINA [ALUM-D]

Material [mnemônico]

SANGUE [S]

Condições

– Soro.

Tempo de jejum

Questionário

Comentários

Palavras chaves Alumínio após quelação Instruções – Em caso de pacientes que fazem hemodiálise: a coleta deve ser realizada precedendo a sessão de diálise, antes da heparinização do paciente, ao final do maior período interdialítico ou conforme orientação médica. – É de responsabilidade do médico solicitante a prescrição da dose e a definição do tempo de coleta após a ingestão da Desferroxamina. Coleta – É de responsabilidade do médico solicitante a prescrição da dose e a definição do tempo de coleta após a ingestão da Desferroxamina. – Coletar em tubo específico para coleta de metais (tubo vacuette 6 mL, tampa branca e sem aditivo). Mantê-lo na posição vertical, tampado, durante 2 horas em estufa ou banho-maria a 37 °C. – Após esse período, e após a completa retração do coágulo, centrifugar a amostra por 15 minutos. – Transferir o soro para o tubo de transporte convencional, sem a utilização de pipetas e ponteiras (verter diretamente o soro do tubo de coleta para o tubo de transporte). – Tampar o tubo de transporte e enviar. . Recomendações: – Se houver outros exames, coletar primeiro as amostras para metais. – O contato do sangue com metais, vidro, borracha, poeira e alguns tipos de plásticos (polietileno), podem contaminar a amostra. – O tubo de coleta do kit (retirar) é inerte, portanto é esperado uma demora no fenômeno da coagulação e retração do coágulo, principalmente em dias frios. – Não é necessária a homogeneização dos tubos após a coleta, pois estes não possuem ativador de coágulo. – Não centrifugar a amostra até se observar a completa retração do coágulo, pois pode haver a formação de fibrina, que retém o soro e impedem a sua transferência. – Se houver formação de fibrina, não introduzir ponteiras ou qualquer outro objeto no interior do tubo, pois este procedimento pode gerar a contaminação da amostra. – Não utilizar luvas de látex ao manipular amostras e materiais para análises de elementos como o Alumínio, para evitar contaminação da amostra. A manipulação das amostras deve ser realizada com luvas de plástico sem talco. Comentários O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. As vias de absorção são: inalatória, oral, via dérmica e parenteral (principalmente em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise, devido à presença de alumínio nas soluções). Os rins são a principal via de eliminação de alumínio derivado da ingestão. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação, que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referencia para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. O problema da contaminação já existe a partir da coleta da amostra em função do tipo de recipiente para a armazenagem, limpeza do mesmo e da presença de partículas de poeira no ar. Às amostras de sangue acrescentam-se ainda traços de alumínio provenientes da pele do paciente, da utilização de agulhas e seringas e, quando necessário, da utilização de agentes anticoagulantes. As principais fontes de contaminação são recipientes, reagentes e partículas provenientes do ar. Recipientes de vidro são contra- indicados devido à presença do óxido de alumínio.

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