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Há um tipo de TPM que pode ser confundida com depressão

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veja como diferenciar

Quase todas as mulheres sentem algum sintoma ou alteração antes da chegada da menstruação, mas 2% a 10% delas têm uma versão piorada da complexa Tensão Pré-Menstrual (TPM).

O dado é do ginecologista Renato Carlos Malaquias, que alerta: os sintomas psicológicos manifestados por essas pacientes podem ser tão críticos que chegam a ser facilmente confundidos com distúrbios mentais.

A seguir, saiba mais sobre o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM):

 

O que é TDPM

O médico Renato Carlos Malaquias, da Clínica Megamed, explica que TDPM é uma forma grave de tensão pré-menstrual que causa alterações físicas e psíquicas que prejudicam a habilidade da mulher de lidar com o âmbito social ou profissional de sua vida.

 

Origem está no cérebro

 

TDPM está relacionado a alterações na transmissão de substâncias que permitem a comunicação entre as partes do sistema nervoso, entre elas serotonina, neurotransmissor responsável pela felicidade e bem-estar. Com isso, surgem reações emocionais desproporcionais aos estímulos externos, semelhantes aos observados na depressão.

Inclusive, esse distúrbios da mente, assim como a ansiedade, também surgem pela interação falha entre neurotransmissores, o que explica porque a TDPM afeta o psicológico.

 

Sintomas de TDPM

Os sintomas de TPM também estão presentes na TDPM, mas em intensidade maior. Eles surgem de 2 a 10 dias antes da menstruação e cessam assim que o sangramento começa.

Veja os principais:

Ansiedade

Sentimento profundo de tristeza

Dificuldade de concentração

Alterações do sono e do apetite

Retenção de líquidos

Dor nos seios

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico consiste em elencar os sintomas e diferenciar se o quadro da paciente se trata de TDPM, depressão ou ansiedade. “Sugiro uma atenção redobrada aos sintomas: se aparecem fora do período pré-menstrual, pode ser um quadro psíquico por si só”, ressalta o especialista.

 

Cura e tratamento

Ainda não existem métodos que acabem definitivamente com os sintomas, mas há como controlá-los por meio de anticoncepcionais orais, analgésicos, terapia e hábitos que equilibram o funcionamento da serotonina no corpo, como boa alimentação e atividade física regular.

Quadros mais graves podem ser tratados com medicação que otimizam o funcionamento dos neurotransmissores no cérebro.

 

FONTE: www.msn.com.br/saúde

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