HIV-1, RESISTENCIA GENOTIPICA AOS ANTI-VIRAIS [HIVGEN]

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Exame [mnemônico]

HIV-1, RESISTENCIA GENOTIPICA AOS ANTI-VIRAIS [HIVGEN]

Material [mnemônico]

SANGUE [S]

Condições

– Plasma (EDTA, ACD).

Tempo de jejum

Questionário

Comentários

Palavras chaves HIV Genotipagem Resistência aos Anti-retrovirais Instruções – Não é necessário o envio de carga viral para a realização do exame. – Amostras com quantidades inferiores à sensibilidade mínima do teste, podem não apresentar partículas virais suficientes para a amplificação e análise do gene do HIV. Nestes casos, o resultado será liberado como indeterminado devido à baixa carga viral e o exame será cobrado normalmente. – A presença de inibidores na amostra, que é uma característica própria da amostra, também impedem a amplificação e genotipagem. Neste caso o exame será cobrado normalmente, uma vez que amostra foi processada, embora sem a obtenção de resultado. Coleta – O sangue deve ser colhido em tubo a vácuo ou seringa estéril. – Centrifugar em até 30 minutos após a coleta. – Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. – Aliquotar assepticamente 1,0 mL de plasma em frasco estéril. .Unidades IHP: – Colher em tubo com gel separador (PPT Vacuteiner) e não abrir o tubo. Comentários Detecta a presença de mutações no gene pol. do HIV-1, que levam à resistência às drogas utilizadas no tratamento da infecção crônica, como os inibidores nucleosídeos e não nucleosídeos da transcriptase reversa, e aos inibidores da protease. Este teste está indicado para: . determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta falência ao tratamento atual. . avaliar o padrão do vírus infectante na fase aguda da infecção pelo HIV. . avaliar o padrão de resistncia na mulher grâvida. Devido ao acúmulo de dados relacionados à interpretação dos testes de resistência aos anti-retrovirais, será realizada uma atualização semestral da tabela de mutações relacionadas à resistência. Estamos utilizando o sistema de pontuação das mutações (mutation score) do Hospital Universitário de Stanford. O peso de cada mutação foi determinado através de estudos publicados que correlacionavam tratamento e genótipo, genótipo e fenótipo e finalmente, genótipo e evolução clínica. O laudo de interpretação do resultado apresentara 3 níveis de resistência às drogas: -1. Sensível (0 a 14): o virus sequenciado não apresenta redução de susceptibilidade às drogas. -2. Resistência parcial (15 a 59): a inibição do crescimento “in vitro” não é total. Valores entre 15 a 29 indicam um baixo grau de resistência e, apesar, destes virus apresentarem redução da sensibilidade às drogas “in vitro”, alguns pacientes apresentando estas cepas apresentaram resposta virológica subotima ao tratamento. -3. Resistente (>60): estes vírus apresentam alto grau de resistência “in vitro” ou não apresentaram resposta virológica durante tratamento com os anti-retrovirais. Tanto os testes genotípicos quanto ao fenotípicos são pouco sensíveis a variantes minoritárias, presentes em um percentual abaixo de 20% do total da população viral. Como os métodos analisam os virus que estão se replicando ativamente no momento da amostragem, não são detectados vírus resistentes às drogas às quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuação da terapia leva à proliferação do tipo selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade.

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