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relação de exames

O Laboratório São Lourenço desenvolveu uma relação completa de procedimentos para você obter informações sobre seu exame, de como ele é realizado e instruções corretas de jejum e coleta (modificar o texto)

CURVA DE TOLERANCIA A GLICOSE PARA GESTANTES [TTOG]

Exame [mnemônico]

CURVA DE TOLERANCIA A GLICOSE PARA GESTANTES [TTOG]

Material [mnemônico]

SANGUE [S]

Condições

- Soro ou plasma fluoretado.

Tempo de jejum

- Jejum obrigatório de 8 a 14 horas ou conforme orientação médica.

Questionário

Comentários

Palavras chaves Curva de tolerância a glicose para grávidas. Curva de 2 horas para grávidas com 75 gramas de dextrosol. Curva de 2 horas para gestantes. Curva Glicemica para gravidas GTT / COTG / TTG / TTGO / TTOG Diagnostico de Diabetes Gestacional HAPO (Hypoglycemia and Adverse Pregnancy Outcomes) Tolerância a glicose para grávidas IADPSG (International Association of Diabetes and Pregnancy Study Groups) Teste de tolerância a glicose grávidas de duas horas com três dosagens Coleta - Administrar 75 g de Glicose, em solução já preparada, para ser ingerida em 5 minutos. - Registrar os sintomas do paciente durante a coleta. Volume recomendável - 1,0 mL. Volume mínimo - 0,5 mL. Comentários O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é definido como intolerância a glicose, com grau variável de intensidade, que aparece ou é diagnosticado pela primeira vez na gravidez. Os principais fatores de risco para o seu desenvolvimento incluem história familiar de diabetes, história de morte fetal ou neonatal, gravidez prévia com feto macrossomico, história de DMG prévio, abortos de repetição, malformações congênitas fetais, hipertensão ou DHEG, obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez atual e idade superior a 25 anos. A importância do seu diagnóstico está relacionada aos comprovados efeitos deleterios da hiperglicemia sobre o binomio materno-fetal, como polidramnio, parto prematuro, infecções do trato urinário, mortalidade materna aumentada, macrossomia fetal, malformações congênitas, abortos espontâneos, óbito fetal intra-uterino, asfixia perinatal, policitemia, hipoglicemia e ictericia neonatais, dentre outros. Não existe um consenso único sobre o melhor método de rastrear e diagnosticar DMG.