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relação de exames

O Laboratório São Lourenço desenvolveu uma relação completa de procedimentos para você obter informações sobre seu exame, de como ele é realizado e instruções corretas de jejum e coleta (modificar o texto)

CURVA DE TOLERANCIA A GLICOSE (O’SULLIVAN E MAHAN) [GTT-S]

Exame [mnemônico]

CURVA DE TOLERANCIA A GLICOSE (O'SULLIVAN E MAHAN) [GTT-S]

Material [mnemônico]

SANGUE [S]

Condições

- Soro ou plasma fluoretado.

Tempo de jejum

Questionário

Comentários

Palavras chaves 1 Curva Glicêmica; GTT; COTG; Diagnostico Diabetes Gestacional NDDG/ADA; Tolerância a Glicose para grávidas TTG / TTGO Teste gestacional com 100 gramas de dextrosol Instruções - Deve ser realizado da 24ª a 28ª semana gestacional. Pode ser repetido na 32ª semana. - O paciente deve manter a sua dieta habitual ou conforme orientação médica nos 3 dias que antecedem ao teste. - Durante o exame, e necessário que o paciente permaneça sentado e não fume. - O teste de tolerância a glicose não é recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos. - Indivíduos submetidos a cirurgia de redução de estômago, bariátrica (obesidade) ou retirada total ou parcial do estômago por outras causas (câncer gástrico, úlcero, etc.), realizarão teste com dextrosol exclusivamente na unidade Aimorés, no horário das 7:00 horas. Para estes pacientes, o teste com dextrosol deverá ser agendando diretamente com o médico responsável pelo setor de provas funcionais, até as 13:00 h, no ramal 6264. - O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência para fazer a ficha e preparação do exame. Coleta - Administrar 100 g de glicose, em solução já preparada, para ser ingerida em 5 minutos. -Colher glicose basal, 60', 120' e 180' após dextrosol. - Registrar os sintomas do paciente durante a coleta. - Centrifugar a amostra em até 60 minutos após a coleta, quando for colhido soro. Comentários O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é definido como intolerância a glicose, com grau variável de intensidade, que aparece ou é diagnosticado pela primeira vez na gravidez. Os principais fatores de risco para o seu desenvolvimento incluem história familiar de diabetes, história de morte fetal ou neonatal, gravidez prévia com feto macrossômico, história de DMG prévio, abortos de repetição, malformações congênitas fetais, hipertensão ou DHEG, obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez atual e idade superior a 25 anos. A importância do seu diagnóstico está relacionada aos comprovados efeitos deletérios da hiperglicemia sobre o binômio materno-fetal, como polidrâmnio, parto prematuro, infecções do trato urinário, mortalidade materna aumentada, macrossômia fetal, malformações congênitas, abortos espontâneos, óbito fetal intra-uterino, asfixia perinatal, policitemia, hipoglicemia e icterícia neonatais, dentre outros. Não existe um consenso único sobre o melhor método de rastrear e diagnosticar DMG.